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quarta-feira, 29 de maio de 2013

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António Góis

Eleições 2014: TSE muda bancadas federais na Câmara e tamanho de Assembleias Legislativas.

O Diário de Justiça publicou, nesta segunda-feira, 27 de maio, a Resolução 23.389/2013 que estabelece o número de vagas para o cargo de deputado federal por Unidade da Federação, bem como as cadeiras a serem disputadas nas Assembleias Legislativas e da Câmara Distrital para as eleições de 2014.
O total de vagas para parlamentares estaduais/distritais – somando todos os Estados e o Distrito Federal será de 1.049, dez a menos que nas Eleições 2010.

As vagas de parlamentares estaduais foram recalculadas após uma nova definição nas bancadas federais, em virtude da análise de um pedido, feito pela Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas, que foi deferido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), por maioria, na sessão do dia 9 de abril deste ano.
De acordo com a resolução, que levou em conta a Lei Complementar 78/1993 e os novos dados fornecidos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) com relação à população brasileira por Estado a partir do Censo de 2010, para a legislatura que se iniciará em 2015 o Pará é o Estado que mais cresce em bancada na próxima Legislatura, ganhando quatro cadeiras (passando de 17 para 21). O Ceará e Minas Gerais terão mais duas cadeiras cada um (passando o Ceará de 22 para 24 e Minas de 53 para 55). Por sua vez, Amazonas e Santa Catarina aumentam sua respectiva bancada em um deputado federal (com o Amazonas indo de 8 para 9 cadeiras, e Santa Catarina, de 16 para 17).
Já os Estados da Paraíba e Piauí sofrem a maior redução de bancada. Perdem dois deputados federais cada um (passando a Paraíba de 12 para 10 e o Piauí, de 10 para 8). Já Pernambuco, Paraná, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Alagoas e Rio Grande do Sul perdem um deputado na Câmara na próxima legislatura. No caso, Pernambuco vai de 25 para 24 cadeiras; Paraná, de 30 para 29; Rio de Janeiro, de 46 para 45; Espírito Santo de 10 para 9; Alagoas de 9 para 8 e o Rio Grande do Sul, de 31 para 30 deputados federais a serem eleitos , em 2014.
TSETSEJá no caso das Assembleias Legislativas e Câmara Distrital, no total, o número de integrantes diminuiu de 1.059 para 1.049, sendo que alguns Estados ganharam novas vagas de deputados e outros perderam. Os Estados da Paraíba e Piauí tiveram as maiores perdas, cada uma de seis parlamentares. Paraíba de 36 para 30, e Piauí de 30 para 24. Em seguida, quem mais perdeu foram os Estados do Espírito Santo (de 30 para 27) e Alagoas (de 27 para 24). Os Estados que menos perderam foram: Rio de Janeiro, (de 70 para 69); Rio Grande do Sul, (de 55 para 54) e Pernambuco, (de 49 e 48).
No sentido inverso, a Assembleia Legislativa do Pará ganhou quatro integrantes (de 41 para 45). Em seguida vem o Amazonas, (de 24 para 27); Ceará, (de 46 para 48) e Minas Gerais, (de 77 para 79) e mais um para os Estados de Santa Catarina, (de 40 para 41), Paraná (de 53 para 54).
O caso
No dia 13 de março de 2012, a ministra Nancy Andrighi, relatora, deferiu o pedido durante sessão plenária, mas o ministro Arnaldo Versiani, que ainda fazia parte do TSE, pediu vista antecipada e, no dia 22 de março, sustentou a complexidade do tema, sugerindo converter o julgamento em um debate ampliado. Propôs, então, a convocação de uma audiência pública para discutir a questão, ouvindo todos os interessados, inclusive representantes de partidos políticos.
A audiência pública aconteceu no dia 28 de maio do ano passado, no TSE, com a presença de deputados e especialistas no assunto. Parlamentares do Amazonas defenderam, na ocasião, a redefinição das bancadas estaduais na Câmara dos Deputados para as eleições de 2014, ressaltando que o Estado deveria ter mais do que os oito deputados federais que hoje tem – podendo chegar a 10, caso a redistribuição das vagas ocorresse. Lembraram que, atualmente, o Amazonas tem uma população maior do que Alagoas e o Piauí, que têm, respectivamente, nove e dez deputados federais.
Legislação
Cabe à Justiça Eleitoral redefinir o número de deputados de acordo com a proporção de cada uma das populações nos Estados. De acordo com o artigo 45 da Constituição Federal, o número total de deputados e a representação por Estado e pelo Distrito Federal devem ser estabelecidos “por lei complementar, proporcionalmente à população, procedendo-se aos ajustes necessários, no ano anterior às eleições, para que nenhuma das unidades da Federação tenha menos de oito ou mais de 70 deputados”.
A Lei Complementar 78/1993, estabelece que o número de deputados não pode ultrapassar 513 e que cabe ao IBGE fornecer os dados estatísticos para a efetivação do cálculo. Feitos os cálculos, o TSE deve encaminhar aos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) e aos partidos políticos o número de vagas a serem disputadas.
Confira a nova tabela estabelecida pela Resolução:
CÂMARA DOS DEPUTADOS:
São Paulo 70
Minas Gerais 55
Rio de Janeiro 45
Bahia 39
Rio Grande do Sul 30
Paraná 29
Ceará 24
Pernambuco 24
Pará 21
Maranhão 18
Goiás 17
Santa Catarina 17
Paraíba 10
Amazonas 9
Espírito Santo 9
Acre 8
Alagoas 8
Amapá 8
Distrito Federal 8
Mato Grosso do Sul 8
Mato Grosso 8
Piauí 8
Rio Grande do Norte 8
Rondônia 8
Roraima 8
Sergipe 8
Tocantins 8
TOTAL: 513
ASSEMBLEIAS LEGSLATIVAS E CÂMARA DISTRITAL:
São Paulo 94
Minas Gerais 79
Rio de Janeiro 69
Bahia 63
Rio Grande do Sul 54
Paraná 53
Ceará 48
Pernambuco 48
Pará 45
Maranhão 42
Goiás 41
Santa Catarina 41
Paraíba 30
Amazonas 27
Espírito Santo 27
Acre 24
Alagoas 24
Amapá 24
Distrito Federal 24
Mato Grosso do Sul 24
Mato Grosso 24
Piauí 24
Rio Grande do Norte 24
Rondônia 24
Roraima 24
Sergipe 24
Tocantins 24
TOTAL: 1049
Agência CNM, com informações do TSE

António Góis

União reconhece situação de emergência em 25 cidades da Paraíba.

Portaria da Secretaria Nacional de Defesa Civil foi publicada nesta quarta.
Documento atende decreto do governador Ricardo Coutinho.

O Governo Federal reconheceu a situação de emergência em 25 cidades da Paraíba que estão tendo prejuízos em função dos efeitos da estiagem. A portaria da Secretaria Nacional de Defesa Civil foi publicada nesta quarta-feira (29) no Diário Oficial da União e leva em conta um decreto do governador Ricardo Coutinho (PSB) publicado no dia 24 que prorroga a situação por mais seis meses.
A situação de emergência reconhecida pela União vale para as cidades de  Alagoa GrandeAraçagiAreiaBelémCaldas BrandãoCapim, Cuité de Mamanguape,Duas EstradasGuarabiraGurinhém,Lagoa de Dentro, Mamanguape, Matinhas,MulunguPilarPilõesPirpiritubaPedro RégisRio TintoSão José dos RamosSão Miguel de TaipúSerra da RaizSerra RedondaSertãozinho e Sobrado.A Paraíba tem 195 das suas 223 cidades sendo afetadas pela seca. Deste total, 170 tiveram a situação de emergência mantida através de decreto do governo estadual no dia 3 de maio e reconhecida pela União uma semana depois.Com a situação de emergência, o poder executivo fica autorizado a abrir crédito extraordinário para fazer face à situação existente. Ela também permite que sejam dispensados de licitações os contratos de aquisição de bens e serviços necessários às atividades de resposta ao desastre, locação de máquinas e equipamentos e também de prestação de serviços e obras relacionadas com os problemas causados pela estiagem.
Fonte: G1
António Góis

Paraíba é 5º em trabalho infantil.

No ranking nacional, a Paraíba ocupa a 14ª posição entre os 27 estados com registro de trabalho infantil.
A Paraíba possui a quinta maior quantidade de trabalhadores com idades entre 10 e 13 anos, do Nordeste. São 275.850 pessoas nessa faixa etária que já realizam atividades remuneradas no Estado. O total é maior que a encontrada em Alagoas (266.978), Piauí (244.007), Rio Grande do Norte (233.301) e Sergipe (165.582).
No ranking nacional, o Estado está na 14ª posição entre as 27 Unidades da Federação com registros de trabalho infantil. As informações fazem parte do “Censo Demográfico 2010 – Trabalho Infantil”, divulgado ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No Brasil, a lista é encabeçada pelo Estado de São Paulo.
De acordo com o estudo, as cidades paraibanas que mais apresentaram crianças e adolescentes nessa situação foram João Pessoa (45.918), Campina Grande ( 26.326), Santa Rita (9.397), Bayeux (7.494), Patos (7.221), Sousa (4.243), Guarabira (4.027) e Sapé (4.000).
Considerado crime pela Constituição do Brasil, o trabalho é totalmente proibido a crianças com menos de 13 anos. A Carta Magna só permite a atividade remunerada de adolescentes a partir de 14 anos, e, ainda assim, na condição de aprendiz e respeitando o horário escolar.
Apesar disso, o estudo do IBGE sugere que muitas crianças estão trocando a sala de aula pelo trabalho. Segundo o Censo, a Paraíba possui 7.255 crianças com até 13 anos de idade que já trabalham, mas que não frequentam a escola.
Para o procurador-chefe do Ministério Público do Trabalho, seção Paraíba, Eduardo Varandas, os números são reflexos da ausência de políticas públicas. Ele explica que o combate ao trabalho infantil exige ações intensas voltadas para a área de educação e conscientização das famílias sobre os danos causados pela exposição precoce das crianças a atividades remuneradas, que vão desde sérios riscos para a saúde, porque as condições dessas atividades são frequentemente insalubres, a perigo maior de sofrer acidentes.
A Secretaria de Estado de Desenvolvimento Humano garante que o governo vem executando diversas ações para combater o trabalho infantil. Através da assessoria de imprensa, o órgão explicou que, entre as medidas adotadas, estão o Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti), o Projovem e o Bolsa Família.
Outra ação criada para barrar as estatísticas é a Campanha de Proteção Integral à criança ao Adolescente, lançada no último dia 20. Com o lema “Não finja que não viu”, a iniciativa tem a finalidade divulgar o “Disque 100”, um serviço que recebe denúncias anônimas sobre violação dos direitos da criança, incluindo o trabalho infanto juvenil.
Ainda de acordo com o IBGE, a Paraíba possui 563.828 pessoas com menos de 17 anos e que já exercem algum trabalho remunerado.
Fonte: JP

António Góis

terça-feira, 28 de maio de 2013

PROGRAMAÇÃO OFICIAL DO SÃO JOÃO/SÃO PEDRO DE AROEIRAS - 2013.

De 15 a 30 de Junho de 2013 e sujeito ainda a alterações.

Dia 15- Sabado - Comemoração do Dia dos Namorados (Alto)
23h - Bandas: SANDRO ROGÉRIO E AH MOLEQUE
Dia 16- Domingo - Arraiá da APAE (No Colégio Jardirene)
Dia 21- Sexta - Forró Cultura (Estadual)
Dia 22- Sábado - Abertura Oficial do São João! (Galpão do Forró)23h - Bandas: LUAN E FORRÓ ESTILIZADOSAIA JUSTA
Dia 23- Domingo - Véspera de São João.23h - Bandas: RANIERY GOMES JEITO NORDESTINO
Dia 24- Segunda - Dia de São João 1° Eliminatória do Festivá, e logo após Show com Ronaldo José Gravando seu novo DVD
Dia 25- Terça - 14h - Arraiá da Ação Social: Trio Forró Campina e Grupo Raízes da Terra20h - 2° Eliminatória do Festivá
Dia 26 - Quarta - 14h - Arraiá do Estudantes: Trio Forró Campina e Grupo Raízes da Terra20h - Arraiá da Igreja
Dia 27 - Quinta -20h - VIOLEIROS
Dia 28 - Sexta - Véspera de São Pedro 23h - Bandas: KARKARÁIMPACTO X
Dia 29 - Sábado - Dia de São Pedro 
Festa em Pedro Velho23h - Bandas: TEMPERO COMPLETOSTELLA ALVES
Dia 30 - Encerramento23h - Bandas: TOM OLIVEIRAFORRÓ DA PEGAÇÃO

Fonte: Página oficial do Prefeito Mylton Marques no Facebook.

António Góis

Pleno do TRE-PB cassa mandato de prefeito.

Cumprimento da decisão irá ocorrer logo após a publicação do acórdão no Diário da Justiça Eletrônico, que será lavrado pelo juiz Eduardo José de Carvalho Soares.

O Pleno do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) deu provimento parcial ao recurso para cassar os diplomas do prefeito de Soledade, José Bento do Nascimento, e da vice-prefeita, Fabiana Barris Gouveia de Oliveira. A decisão, por maioria, contra o voto do relator, em harmonia com o parecer oral do Ministério Público Eleitoral, foi tomada na sessão desta segunda-feira (27), quando ficou deliberado, ainda, pela convocação de novas eleições ante a anulação de 52,46% dos votos válidos das Eleições 2012 no município.
A votação foi conduzida pelo vice-presidente do TRE-PB, desembargador Saulo Henriques de Sá e Benevides, que determinou, após ouvir os demais membros da Corte Eleitoral, que o cumprimento da decisão irá ocorrer logo após a publicação do acórdão no Diário da Justiça Eletrônico, que será lavrado pelo juiz Eduardo José de Carvalho Soares.
O recurso eleitoral foi protocolado pela coligação 'Soledade de Todos Nós', derrotada nas últimas eleições pelo prefeito reeleito de Soledade, José Bento, sob a acusação de conduta vedada a agente público. Dentre as acusações, estaria o uso da máquina pública com a realização de uma Festa comemorativa dos 127 anos de Emancipação Política da cidade, no dia 24 de setembro de 2012, ocasião em que foram distribuídos panfletos institucionais convocando a população para participar da Inauguração dos Refletores do 'Baianão', com partida de futebol entre o Treze Sub 20 x Seleção de Soledade.
O pedido havia sido negado na primeira instância, pelo juízo da 23ª Zona Eleitoral. O processo nº 473-71.2012.6.15.0023 teve como relator o juiz Tércio Chaves de Moura, que votou pela inadmissibilidade do recurso. Com base no voto de vista do juiz Eduardo José de Carvalho Soares, os membros entenderam que restou configurado o delito e deliberaram pela cassação dos diplomas e a realização de novas eleições para Prefeitura de Soledade.
Para Eduardo de Carvalho, restou comprovada a participação de servidores municipais em evento político durante o horário de expediente; a utilização de carro locado à Prefeitura para servir de reboque ao palanque móvel usado pela coligação adversária; bem como a participação do prefeito em inauguração de obra pública. "O candidato à reeleição era o candidato de número 13 e não se tratava de uma partida de futebol regular, de um campeonato oficial, mas de uma promoção de espetáculo para entretenimento público e atrair o povo para o evento em promoção da candidatura do mesmo", ressaltou.
António Góis

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Prefeitura de Aroeiras manda demolir casas de cidadãos na comunidade da Torre.

Terrenos terão sido comprados por Gilberto Bezerra pela prefeitura durante o seu segundo mandato.




Como um aroeirense qualquer falaria " é um rolo da moléstia ". Fomos informados por Milton do Egito "Vereador Novinho " de que máquinas da prefeitura estariam na comunidade da Torre para fazerem trabalhos de sapata e demolição de casas numa atitude " menos clara " e assim lá fomos para confirmar a informação, no local estava o Vereador e alguns cidadãos transtornados com quem falámos, no local estava também efectivamente uma máquina em trabalhos como as fotos documentam. O que acontece segundo apurámos é que os terrenos em questão terão sido aquiridos por Gilberto Bezerra enquanto prefeito em segundo mandato na cidade e pela prefeitura, no mandato de Gilseppe o ex-prefeito foram feitas doações de uma parte desses terrenos a cidadãos necessitados e que começaram então a construir as suas casinhas. Agora o atual prefeito disse aos cidadãos que as suas casas iriam mesmo ser demolidas pois os terrenos eram pertença da Caixa Económica Federal e ali iriam ser construidas habitações mas só para quem se cadastrásse para o efeito a  partir do próximo mês de Junho e que fosse eventualmente contemplado o que deixou os cidadãos apavorados com medo de perder as suas casinhas que apesar de humildes foram construidas com muito suor e sacrificio. Segundo Novinho algo está muito irregular pois, em primeiro lugar os terrenos foram comprados pelo ex-prefeito Gilberto Bezerra e por isso como podem agora, segundo o atual prefeito pertencer á Caixa? Outra questão é que há alguns anos quando a mesma Caixa veio ver os terrenos em questão para fabricação de casas sociais tal projecto foi inviabilizado pois naquela área não existe qualquer tipo de saneamento nem canalizações para água, como pode agora ser feito se na altura não pode? Segundo Novinho é uma tremenda injustiça o que se está a passar ali na comunidade da Torre e com estes cidadãos pobres e trabalhadores que ficarão privados das suas casas pois a demolição segundo o atual prefeito é certa, ainda e segundo informações da prefeitura de Aroeiras, por enquanto as máquinas estão no local em trabalhos de limpeza e de sapata e que quando as casas forem demolidas, apesar de terem sido construidas ilegalmente por quem ocupou os terrenos naquela área mas as familias terão direito a indenizações. E agora em que ficamos, é ou não um " Rolo da Moléstia "?

António Góis